Mantendo contato com quem importa usando o Skype

Hoje vamos apresentar três usuários ávidos do Skype, que vão nos contar como eles usam nosso programa para manter contato com as pessoas importantes de suas vidas, onde quer que elas estejam.

Nome: Jim Dalaikis
Profissão: Comediante
Local: Nova York, Estados Unidos
Mãe mora em: Perth, Austrália

Para alguém que realmente adora a sua mãe, mas que está vivendo no outro lado do planeta há 20 anos, o Skype foi realmente uma bênção. É tão melhor do que antigamente, quando se escreviam cartas e elas muitas vezes já chegavam ao seu destino desatualizadas. Naquela época, a caríssima ligação internacional ocasional era a melhor opção para matar as saudades. Eu lembro do stress de ficar acompanhando se não estávamos falando há muito tempo, para evitar que o preço da ligação fosse às alturas.

Começamos a usar o Skype quando eu insisti que os meus pais instalassem internet na casa deles. Hoje em dia eu falo com (e vejo) a minha mãe e o resto da minha família por Skype com frequência, até mesmo duas vezes por semana. Psicologicamente, isso faz muita diferença. Assim como muitas mães, ela só precisa saber que eu estou bem e feliz. Só fica bem difícil mentir, porque mães sempre sabem. Me vendo e me ouvindo, ela confere por si mesma. Não importa onde eu esteja me apresentando no país, desde que eu tenha meu celular ou meu laptop, o Skype permite que eu mantenha contato e que ela veja se está tudo tranquilo comigo.

Minhas irmãs e eu sempre brincamos que queremos dar um abração na pessoa que inventou o Skype.

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Nome: Sandra Magura
Profissão: mãe em tempo integral e autora de livro infantil
Local: Stafford, Virginia, Estados Unidos
Mãe mora em: Long Island, Nova York, Estados Unidos

Eu cresci a 20 minutos de distância de toda a minha família (avós, tios, tias e primos). Agora, com 36 anos, moro junto com meu marido, dois filhos (de 3 e 6 anos), cachorro e gato, a 500km deles. Às vezes acontece de enviarmos cartas pelo correio com desenhos e fotos das crianças. Todo mês recebemos dos avós um pacote ou dois com doces e brinquedos para as crianças. Mas quando abrimos as caixas e queremos agradecer, é para o Skype que a gente corre.

Usamos o Skype há tanto tempo que nem lembro. Chamamos as nossas famílias para o Skype quando compramos nossa casa, e conseguidos dar um tour completo da casa através dele. Foi pelo Skype que falamos para eles que estávamos grávidos — as duas vezes. Mostramos os nossos recém-nascidos pelo Skype. Ligamos para eles por Skype sempre nos aniversários, feriados, dentes de leite perdidos, reformas na casa, etc. Quando minha filha quer ler para os avós, quando abrimos presentes, em todos aqueles momentos em que é mais fácil mostrar do que explicar, e, claro, nos momentos em que precisamos ver aquelas pessoas queridas, usamos o Skype.

Nossos momentos mais memoráveis no Skype foram quando contamos que eu estava grávida.

Com a nossa filha, contamos à família que queríamos fazer uma chamada para contar que finalmente havíamos escolhido o nome do nosso novo gatinho. Quando estávamos no computador, levantamos o gato e falamos: “O nome dele vai ser… ESTOU GRÁVIDA!”

Para contar à família dele, meu marido mentiu que estava com febre o dia inteiro. Quando estávamos no Skype à noite, ele chegou com um termômetro na boca. Sentou e disse que não estava bem. Quando tirou o termômetro da boca para ver a temperatura, ele trocou discretamente para um teste de gravidez e disse “Que estranho isso… Deve ter algum defeito, porque diz aqui que estou grávido”. Depois de uma pequena pausa do outro lado da tela, todo mundo vibrou!

Para anunciar a minha segunda gravidez, eu fiz uma camiseta escrito “Eu vou ser uma IRMÃZONA” para a minha filha e ela usou durante nossas chamadas com a família. Foi incrível ver as reações.

O Skype é uma maneira maravilhosa de manter contato com a família e os amigos. Já usei também profissionalmente, quando trabalhava como uma assistente administrativa virtual em tempo integral. Ele nos permite manter contato com familiares que só podemos ver uma vez por ano. Permite que avós vejam seus netos crescer. Eu não consigo imaginar as nossas vidas sem o Skype.

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Nome: Jared Miracle
Profissão: antropólogo viajante, escritor e especialista em folclore
Local: o mundo todo
Mãe mora em: Indiana, Estados Unidos

Eu sou um antropólogo viajante, escritor e especialista em folclore, e como você pode esperar, isso deixa a minha mãe tanto orgulhosa quanto extraordinariamente infeliz. Usamos o Skype quase exclusivamente para manter contato: eu posso estar viajando pela Mongólia a cavalo para encontrar um mestre lutador ou na China estudando sobre como Pokémon veio de uma antiga prática de jogos de azar. Tem sido muito legal para nós.

Minha família está em Indiana há muitas gerações baseada em Indiana. Depois de me formar na universidade, eu aceitei um cargo de professor no Japão. Como você pode imaginar, essa decisão não foi muito popular com a minha mãe. Por sorte, ela também é a mãe mais legal do mundo e me apoia nas minhas aventuras loucas.

Não demorou muito para o meu irmão se mudar para a Califórnia e estabelecer família, e também para uma das minhas irmãs se mudar com a família dela para o Oregon. Agora que estamos espalhados, dependemos bastante do Skype para manter contato. Uma das coisas boas do serviço é que ele funciona bem em plataformas móveis. Eu consigo participar das vidas das minhas sobrinhas mesmo estando do outro lado do planeta. Uma delas até me deu um tour da casa nova usando o tablet da minha irmã. Elas até me chamam de “Tio Dr. Jar-Jar”! Ao mesmo tempo, posso deixar uma mensagem para minha mãe ou qualquer pessoa que não tenha tempo para marcar uma chamada de vídeo ao vivo. Difícil querer mais do que isso.

Um dos meus momentos favoritos com o Skype foi estar sentado no meu lugar de sempre na mesa do Natal mesmo estando em Qingdao, na China. Nós vivemos no futuro. Também tenho uma sobrinha que nunca vi em pessoa. Nunca vou esquecer quando a vi no laptop pela primeira vez. Outra lembrança divertida foi da vez que eu liguei para a minha mãe quando estava em uma pensão em Ulaanbaatar, na Mongólia, logo antes de partir de cavalo com um grupo de pastores nômades (eu estava lá para aprender sobre um estilo de luta tradicional)… sem nunca dizer para ela onde eu estava. Pensando bem, acho que acabei nunca contando para ela sobre isso. Desculpa, mãe! Te amo!

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Enormes agradecimentos ao Jim, à Sandra e ao Jared por compartilhar suas histórias conosco!